sábado, 31 de dezembro de 2011

Convite de Dom Dino as Autoridades

Caruaru, 01.01.2012

Ilmo. Sr.

    Ao iniciarmos o Ano Novo quero invocar sobre o Senhor, sua Família e equipes de trabalho todas as bênçãos do Pai do Céu, para que em 2012 possamos juntos produzir frutos de fraternidade, solidariedade e vida nova.
    No dia 1º de janeiro o Papa Bento XVI enviou ao mundo uma mensagem que nos orienta a “educar os jovens para a justiça e a paz”.
    É neste espírito que estou me dirigindo ao Sr. para comunicar a realização, aqui em Caruaru,  de um evento de paz que pretende arrastar a juventude da nossa região ao redor da Cruz da Jornada Mundial da Juventude. Este evento é chamado “BOTE FÉ”: será realizado pela Diocese de Caruaru e em todas as Dioceses do Brasil para preparar a Jornada Mundial da Juventude com o Papa a realizar-se no Rio de Janeiro em julho de 2013.
    É uma vasta programação que os nossos jovens prepararam (veja a programação anexa): de minha parte vai um convite muito carinhoso para estarmos juntos na programação oficial que iniciará às 16h., sexta feira 20 de janeiro, no Batalhão da Polícia Militar de Caruaru.
    A sua presença muito nos alegrará porque será um sinal visível da sua adesão ao projeto da juventude que luta pela paz, pela vida plena e sonha com um futuro melhor para toda a humanidade.

    Que Deus abençoe os seus projetos para 2012!

Dom Bernardino Marchió
Bispo de Caruaru

Ano Novo...

        Pessoal mais um ano se vai... É momento de fazer das angústias, sofrimentos e dores em vitórias e olhar para este novo ano que se inicia e colocar FÉ em nosso futuro. Como diz o nosso saudoso Santo Padre o Papa Bento XVI: "Não tenham medo de proceguir..."
        Desejamos a todos(as) jovens de nossa Diocese um FELIZ ANO NOVO! E vamos juntos rumo ao BOTE FÉ!

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Papa encoraja jovens em mensagem para o Dia Mundial da Paz

A Santa Sé divulgou, nesta sexta-feira (16), o texto da Mensagem do Papa Bento XVI para o Dia Mundial da Paz 2012, que se celebra em 1º de janeiro.
Na mensagem, que tem como tema “Educar os jovens para a justiça e a paz”, o santo padre  convida todos a olharem com esperança para o futuro, mesmo diante das dificuldades.


MENSAGEM DE SUA SANTIDADE
BENTO XVIPARA A CELEBRAÇÃO DO
XLV DIA MUNDIAL DA PAZ
1 DE JANEIRO DE 2012

EDUCAR OS JOVENS PARA A JUSTIÇA E A PAZ
1. O INÍCIO DE UM NOVO ANO, dom de Deus à humanidade, induz-me a desejar a todos, com grande confiança e estima, de modo especial que este tempo, que se abre diante de nós, fique marcado concretamente pela justiça e a paz.
Com qual atitude devemos olhar para o novo ano? No salmo 130, encontramos uma imagem muito bela. O salmista diz que o homem de fé aguarda pelo Senhor « mais do que a sentinela pela aurora » (v. 6), aguarda por Ele com firme esperança, porque sabe que trará luz, misericórdia, salvação. Esta expectativa nasce da experiência do povo eleito, que reconhece ter sido educado por Deus a olhar o mundo na sua verdade sem se deixar abater pelas tribulações. Convido-vos a olhar o ano de 2012 com esta atitude confiante. É verdade que, no ano que termina, cresceu o sentido de frustração por causa da crise que aflige a sociedade, o mundo do trabalho e a economia; uma crise cujas raízes são primariamente culturais e antropológicas. Quase parece que um manto de escuridão teria descido sobre o nosso tempo, impedindo de ver com clareza a luz do dia.
Mas, nesta escuridão, o coração do homem não cessa de aguardar pela aurora de que fala o salmista. Esta expectativa mostra-se particularmente viva e visível nos jovens; e é por isso que o meu pensamento se volta para eles, considerando o contributo que podem e devem oferecer à sociedade. Queria, pois, revestir a Mensagem para o XLV Dia Mundial da Paz duma perspectiva educativa: « Educar os jovens para a justiça e a paz », convencido de que eles podem, com o seu entusiasmo e idealismo, oferecer uma nova esperança ao mundo.
A minha Mensagem dirige-se também aos pais, às famílias, a todas as componentes educativas, formadoras, bem como aos responsáveis nos diversos âmbitos da vida religiosa, social, política, económica, cultural e mediática. Prestar atenção ao mundo juvenil, saber escutá-lo e valorizá-lo para a construção dum futuro de justiça e de paz não é só uma oportunidade mas um dever primário de toda a sociedade.
Trata-se de comunicar aos jovens o apreço pelo valor positivo da vida, suscitando neles o desejo de consumá-la ao serviço do Bem. Esta é uma tarefa, na qual todos nós estamos, pessoalmente, comprometidos.
As preocupações manifestadas por muitos jovens nestes últimos tempos, em várias regiões do mundo, exprimem o desejo de poder olhar para o futuro com fundada esperança. Na hora actual, muitos são os aspectos que os trazem apreensivos: o desejo de receber uma formação que os prepare de maneira mais profunda para enfrentar a realidade, a dificuldade de formar uma família e encontrar um emprego estável, a capacidade efectiva de intervir no mundo da política, da cultura e da economia contribuindo para a construção duma sociedade de rosto mais humano e solidário.
É importante que estes fermentos e o idealismo que encerram encontrem a devida atenção em todas  as componentes da sociedade. A Igreja olha para os jovens com esperança, tem confiança neles e encoraja-os a procurarem a verdade, a defenderem o bem comum, a possuírem perspectivas abertas sobre o mundo e olhos capazes de ver « coisas novas » (Is 42, 9; 48, 6).
Os responsáveis da educação
2. A educação é a aventura mais fascinante e difícil da vida. Educar – na sua etimologia latinaeducere – significa conduzir para fora de si mesmo ao encontro da realidade, rumo a uma plenitude que faz crescer a pessoa. Este processo alimenta-se do encontro de duas liberdades: a do adulto e a do jovem. Isto exige a responsabilidade do discípulo, que deve estar disponível para se deixar guiar no conhecimento da realidade, e a do educador, que deve estar disposto a dar-se a si mesmo. Mas, para isso, não bastam meros dispensadores de regras e informações; são necessárias testemunhas autênticas, ou seja, testemunhas que saibam ver mais longe do que os outros, porque a sua vida abraça espaços mais amplos. A testemunha é alguém que vive, primeiro, o caminho que propõe.
E quais são os lugares onde amadurece uma verdadeira educação para a paz e a justiça? Antes de mais nada, a família, já que os pais são os primeiros educadores. A família é célula originária da sociedade. « É na família que os filhos aprendem os valores humanos e cristãos que permitem uma convivência construtiva e pacífica. É na família que aprendem a solidariedade entre as gerações, o respeito pelas regras, o perdão e o acolhimento do outro ».[1] Esta é a primeira escola, onde se educa para a justiça e a paz.
Vivemos num mundo em que a família e até a própria vida se vêem constantemente ameaçadas e, não raro, destroçadas. Condições de trabalho frequentemente pouco compatíveis com as responsabilidades familiares, preocupações com o futuro, ritmos frenéticos de vida, emigração à procura dum adequado sustentamento se não mesmo da pura sobrevivência, acabam por tornar difícil a possibilidade de assegurar aos filhos um dos bens mais preciosos: a presença dos pais; uma presença, que permita compartilhar de forma cada vez mais profunda o caminho para se poder transmitir a experiência e as certezas adquiridas com os anos – o que só se torna viável com o tempo passado juntos. Queria aqui dizer aos pais para não desanimarem! Com o exemplo da sua vida, induzam os filhos a colocar a esperança antes de tudo em Deus, o único de quem surgem justiça e paz autênticas.
Quero dirigir-me também aos responsáveis das instituições com tarefas educativas: Velem, com grande sentido de responsabilidade, por que seja respeitada e valorizada em todas as circunstâncias a dignidade de cada pessoa. Tenham a peito que cada jovem possa descobrir a sua própria vocação, acompanhando-o para fazer frutificar os dons que o Senhor lhe concedeu. Assegurem às famílias que os seus filhos não terão um caminho formativo em contraste com a sua consciência e os seus princípios religiosos.
Possa cada ambiente educativo ser lugar de abertura ao transcendente e aos outros; lugar de diálogo, coesão e escuta, onde o jovem se sinta valorizado nas suas capacidades e riquezas interiores e aprenda a apreciar os irmãos. Possa ensinar a saborear a alegria que deriva de viver dia após dia a caridade e a compaixão para com o próximo e de participar activamente na construção duma sociedade mais humana e fraterna.
Dirijo-me, depois, aos responsáveis políticos, pedindo-lhes que ajudem concretamente as famílias e as instituições educativas a exercerem o seu direito-dever de educar. Não deve jamais faltar um adequado apoio à maternidade e à paternidade. Actuem de modo que a ninguém seja negado o acesso à instrução e que as famílias possam escolher livremente as estruturas educativas consideradas mais idóneas para o bem dos seus filhos. Esforcem-se por favorecer a reunificação das famílias que estão separadas devido à necessidade de encontrar meios de subsistência. Proporcionem aos jovens uma imagem transparente da política, como verdadeiro serviço para o bem de todos.
Não posso deixar de fazer apelo ainda ao mundo dos media para que prestem a sua contribuição educativa. Na sociedade actual, os meios de comunicação de massa têm uma função particular: não só informam, mas também formam o espírito dos seus destinatários e, consequentemente, podem concorrer notavelmente para a educação dos jovens. É importante ter presente a ligação estreitíssima que existe entre educação e comunicação: de facto, a educação realiza-se por meio da comunicação, que influi positiva ou negativamente na formação da pessoa.
Também os jovens devem ter a coragem de começar, eles mesmos, a viver aquilo que pedem a quantos os rodeiam. Que tenham a força de fazer um uso bom e consciente da liberdade, pois cabe-lhes em tudo isto uma grande responsabilidade: são responsáveis pela sua própria educação e formação para a justiça e a paz.
Educar para a verdade e a liberdade
3. Santo Agostinho perguntava-se: « Quid enim fortius desiderat anima quam veritatem – que deseja o homem mais intensamente do que a verdade? ».[2] O rosto humano duma sociedade depende muito da contribuição da educação para manter viva esta questão inevitável. De facto, a educação diz respeito à formação integral da pessoa, incluindo a dimensão moral e espiritual do seu ser, tendo em vista o seu fim último e o bem da sociedade a que pertence. Por isso, a fim de educar para a verdade, é preciso antes de mais nada saber que é a pessoa humana, conhecer a sua natureza. Olhando a realidade que o rodeava, o salmista pôs-se a pensar: « Quando contemplo os céus, obra das vossas mãos, a lua e as estrelas que Vós criastes: que é o homem para Vos lembrardes dele, o filho do homem para com ele Vos preocupardes? » (Sal 8, 4-5). Esta é a pergunta fundamental que nos devemos colocar: Que é o homem? O homem é um ser que traz no coração uma sede de infinito, uma sede de verdade – não uma verdade parcial, mas capaz de explicar o sentido da vida –, porque foi criado à imagem e semelhança de Deus. Assim, o facto de reconhecer com gratidão a vida como dom inestimável leva a descobrir a dignidade profunda e a inviolabilidade própria de cada pessoa. Por isso, a primeira educação consiste em aprender a reconhecer no homem a imagem do Criador e, consequentemente, a ter um profundo respeito por cada ser humano e ajudar os outros a realizarem uma vida conforme a esta sublime dignidade. É preciso não esquecer jamais que « o autêntico desenvolvimento do homem diz respeito unitariamente à totalidade da pessoa em todas as suas dimensões »,[3] incluindo a transcendente, e que não se pode sacrificar a pessoa para alcançar um bem particular, seja ele económico ou social, individual ou colectivo.
Só na relação com Deus é que o homem compreende o significado da sua liberdade, sendo tarefa da educação formar para a liberdade autêntica. Esta não é a ausência de vínculos, nem o império do livre arbítrio; não é o absolutismo do eu. Quando o homem se crê um ser absoluto, que não depende de nada nem de ninguém e pode fazer tudo o que lhe apetece, acaba por contradizer a verdade do seu ser e perder a sua liberdade. De facto, o homem é precisamente o contrário: um ser relacional, que vive em relação com os outros e sobretudo com Deus. A liberdade autêntica não pode jamais ser alcançada, afastando-se d’Ele.
A liberdade é um valor precioso, mas delicado: pode ser mal entendida e usada mal. « Hoje um obstáculo particularmente insidioso à acção educativa é constituído pela presença maciça, na nossa sociedade e cultura, daquele relativismo que, nada reconhecendo como definitivo, deixa como última medida somente o próprio eu com os seus desejos e, sob a aparência da liberdade, torna-se para cada pessoa uma prisão, porque separa uns dos outros, reduzindo cada um a permanecer fechado dentro do próprio “eu”. Dentro de um horizonte relativista como este, não é possível, portanto, uma verdadeira educação: sem a luz da verdade, mais cedo ou mais tarde cada pessoa está, de facto, condenada a duvidar da bondade da sua própria vida e das relações que a constituem, da validez do seu compromisso para construir com os outros algo em comum ».[4]
Por conseguinte o homem, para exercer a sua liberdade, deve superar o horizonte relativista e conhecer a verdade sobre si próprio e a verdade acerca do que é bem e do que é mal. No íntimo da consciência, o homem descobre uma lei que não se impôs a si mesmo, mas à qual deve obedecer e cuja voz o chama a amar e fazer o bem e a fugir do mal, a assumir a responsabilidade do bem cumprido e do mal praticado.[5] Por isso o exercício da liberdade está intimamente ligado com a lei moral natural, que tem carácter universal, exprime a dignidade de cada pessoa, coloca a base dos seus direitos e deveres fundamentais e, consequentemente, da convivência justa e pacífica entre as pessoas.
Assim o recto uso da liberdade é um ponto central na promoção da justiça e da paz, que exigem a cada um o respeito por si próprio e pelo outro, mesmo possuindo um modo de ser e viver distante do meu. Desta atitude derivam os elementos sem os quais paz e justiça permanecem palavras desprovidas de conteúdo: a confiança recíproca, a capacidade de encetar um diálogo construtivo, a possibilidade do perdão, que muitas vezes se quereria obter mas sente-se dificuldade em conceder, a caridade mútua, a compaixão para com os mais frágeis, e também a prontidão ao sacrifício.
Educar para a justiça
4. No nosso mundo, onde o valor da pessoa, da sua dignidade e dos seus direitos, não obstante as proclamações de intentos, está seriamente ameaçado pela tendência generalizada de recorrer exclusivamente aos critérios da utilidade, do lucro e do ter, é importante não separar das suas raízes transcendentes o conceito de justiça. De facto, a justiça não é uma simples convenção humana, pois o que é justo determina-se originariamente não pela lei positiva, mas pela identidade profunda do ser humano. É a visão integral do homem que impede de cair numa concepção contratualista da justiça e permite abrir também para ela o horizonte da solidariedade e do amor.[6]
Não podemos ignorar que certas correntes da cultura moderna, apoiadas em princípios económicos racionalistas e individualistas, alienaram das suas raízes transcendentes o conceito de justiça, separando-o da caridade e da solidariedade. Ora « a “cidade do homem” não se move apenas por relações feitas de direitos e de deveres, mas antes e sobretudo por relações de gratuidade, misericórdia e comunhão. A caridade manifesta sempre, mesmo nas relações humanas, o amor de Deus; dá valor teologal e salvífico a todo o empenho de justiça no mundo ».[7]
« Felizes os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados » (Mt 5, 6). Serão saciados, porque têm fome e sede de relações justas com Deus, consigo mesmo, com os seus irmãos e irmãs, com a criação inteira.
Educar para a paz
5. « A paz não é só ausência de guerra, nem se limita a assegurar o equilíbrio das forças adversas. A paz não é possível na terra sem a salvaguarda dos bens das pessoas, a livre comunicação entre os seres humanos, o respeito pela dignidade das pessoas e dos povos e a prática assídua da fraternidade ».[8] A paz é fruto da justiça e efeito da caridade. É, antes de mais nada, dom de Deus. Nós, os cristãos, acreditamos que a nossa verdadeira paz é Cristo: n’Ele, na sua Cruz, Deus reconciliou consigo o mundo e destruiu as barreiras que nos separavam uns dos outros (cf. Ef 2, 14-18); n’Ele, há uma única família reconciliada no amor.
A paz, porém, não é apenas dom a ser recebido, mas obra a ser construída. Para sermos verdadeiramente artífices de paz, devemos educar-nos para a compaixão, a solidariedade, a colaboração, a fraternidade, ser activos dentro da comunidade e solícitos em despertar as consciências para as questões nacionais e internacionais e para a importância de procurar adequadas modalidades de redistribuição da riqueza, de promoção do crescimento, de cooperação para o desenvolvimento e de resolução dos conflitos. « Felizes os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus » – diz Jesus no sermão da montanha (Mt 5, 9).
A paz para todos nasce da justiça de cada um, e ninguém pode subtrair-se a este compromisso essencial de promover a justiça segundo as respectivas competências e responsabilidades. De forma particular convido os jovens, que conservam viva a tensão pelos ideais, a procurarem com paciência e tenacidade a justiça e a paz e a cultivarem o gosto pelo que é justo e verdadeiro, mesmo quando isso lhes possa exigir sacrifícios e obrigue a caminhar contracorrente.
Levantar os olhos para Deus
6. Perante o árduo desafio de percorrer os caminhos da justiça e da paz, podemos ser tentados a interrogar-nos como o salmista: « Levanto os olhos para os montes, de onde me virá o auxílio? » (Sal 121, 1).
A todos, particularmente aos jovens, quero bradar: « Não são as ideologias que salvam o mundo, mas unicamente o voltar-se para o Deus vivo, que é o nosso criador, o garante da nossa liberdade, o garante do que é deveras bom e verdadeiro (…), o voltar-se sem reservas para Deus, que é a medida do que é justo e, ao mesmo tempo, é o amor eterno. E que mais nos poderia salvar senão o amor? ».[9] O amor rejubila com a verdade, é a força que torna capaz de comprometer-se pela verdade, pela justiça, pela paz, porque tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta (cf. 1 Cor 13, 1-13).
Queridos jovens, vós sois um dom precioso para a sociedade. Diante das dificuldades, não vos deixeis invadir pelo desânimo nem vos abandoneis a falsas soluções, que frequentemente se apresentam como o caminho mais fácil para superar os problemas. Não tenhais medo de vos empenhar, de enfrentar a fadiga e o sacrifício, de optar por caminhos que requerem fidelidade e constância, humildade e dedicação.
Vivei com confiança a vossa juventude e os anseios profundos que sentis de felicidade, verdade, beleza e amor verdadeiro. Vivei intensamente esta fase da vida, tão rica e cheia de entusiasmo.
Sabei que vós mesmos servis de exemplo e estímulo para os adultos, e tanto mais o sereis quanto mais vos esforçardes por superar as injustiças e a corrupção, quanto mais desejardes um futuro melhor e vos comprometerdes a construí-lo. Cientes das vossas potencialidades, nunca vos fecheis em vós próprios, mas trabalhai por um futuro mais luminoso para todos. Nunca vos sintais sozinhos! A Igreja confia em vós, acompanha-vos, encoraja-vos e deseja oferecer-vos o que tem de mais precioso: a possibilidade de levantar os olhos para Deus, de encontrar Jesus Cristo – Ele que é a justiça e a paz.
Oh vós todos, homens e mulheres, que tendes a peito a causa da paz! Esta não é um bem já alcançado mas uma meta, à qual todos e cada um deve aspirar. Olhemos, pois, o futuro com maior esperança, encorajemo-nos mutuamente ao longo do nosso caminho, trabalhemos para dar ao nosso mundo um rosto mais humano e fraterno e sintamo-nos unidos na responsabilidade que temos para com as jovens gerações, presentes e futuras, nomeadamente quanto à sua educação para se tornarem pacíficas e pacificadoras! Apoiado em tal certeza, envio-vos estas refl exões que se fazem apelo: Unamos as nossas forças espirituais, morais e materiais, a fim de « educar os jovens para a justiça e a paz ».
Vaticano, 8 de Dezembro de 2011.

BENEDICTUS PP XVI

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Chegada da Cruz e do ìcone na Diocese de Pesqueira/PE


Bento XVI incentiva jovens a "abrirem percursos de confiança"


PAPAincentivajovensBerlim, cidade símbolo para todos aqueles que buscam superar muros de separação para difundir confiança, acolherá, a partir desta quarta-feira até o próximo domingo, 1º de janeiro, mais de 30 mil jovens – provenientes de diversos países – para a "Peregrinação da confiança", o encontro promovido pela Comunidade ecumênica de Taizé.
São muitas as mensagens enviadas aos participantes do encontro de Berlim. Bento XVI encoraja os jovens a "aprofundarem as fontes da confiança", a "abrirem percursos de confiança no mundo inteiro".
"A confiança não é cega ingenuidade", escreve Bento XVI dirigindo-se aos jovens. "Libertando-se da escravidão do medo esta confiança, adquirida na fé de vocês em Cristo e na vida de Seu Espírito Santo em seus corações, torna-os mais capazes de ver longe e disponíveis para responder aos numerosos desafios e dificuldades que os homens e as mulheres de hoje devem enfrentar" – acrescenta o Santo Padre.
Por sua vez, em sua mensagem, o Patriarca ecumênico de Constantinopla, Bartolomeu I – recordando que a vida é comumente comparada a "um caminho análogo a uma peregrinação – ressalta que "a solidariedade não deve ser unicamente o slogan de certos partidos políticos".
Mas se trata de uma promessa que compromete a pessoa humana na sua inteireza", quer no plano da ação, quer no plano da oração.
Por outro lado, o Patriarca de Moscou e de todas as Rússias, Kirill, recorda que o profundo compromisso da solidariedade humana se radica na Revelação que nos foi feita através dos eventos do Natal: "a filiação divina de todos os homens, e, portanto, a irmandade entre eles, superando toda diferença nacional e social".
Por sua vez, o Arcebispo de Cantuária e Primaz da Comunhão Anglicana, Dr. Rowan Williams, escreve dirigindo-se aos jovens: "Deus está com vocês em todas as coisas" e "torna o horizonte sempre mais vasto e estimulante".
Num mundo em que há "desconfiança em relação às instituições" e muitas pessoas estão "desiludidas com a ordem estabelecida" – explica o Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon –, a solidariedade "é o verdadeiro fundamento para soluções globais".
Uma solidariedade – ressalta o Presidente do Conselho Europeu, Herman van Rompuy – ligada à pessoa de Jesus Cristo que seja capaz de gerar "um amor concreto, inserido na realidade do mundo".
Por fim, a Chanceler da Alemanha, Angela Merkel, recorda que em Berlim – sede do encontro europeu juvenil deste ano organizado pela Comunidade de Taizé – numerosos vestígios "evidenciam que a liberdade e a democracia não podem ser dadas por certas e devem ser sempre e novamente vividas e vivificadas". (RL)

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Enviado por Guga Assessor da PJMP da Paróquia de Sant'Ana

Parabéns pelo Blog. 
Muito bom mesmo, acredito que se tornou importante não apenas para a divulgação, mas, também como um elo de união entre a Diocese e as Paróquias e fundamental para fornecer material como: videos, imagens, mensagens etc. 
Instrumento de fortificação e organização da Juventude Católica Diocesana.

Atenciosamente,

Guga
Assessor da PJMP da Paróquia de Sant'Ana
Gravatá - Pe.

Em Gravatá/PE

E na Canção Nova de Gravatá/PE também terá uma programação especial para os jovens, será o acampamento Revolução Jesus com o Tema: BOTE FÉ.
A Cruz e o Ícone de Nossa Senhora passará por Gravatá/PE no dia 19 de Janeiro às 22h.

Vamos lá, BOTE FÉ!

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Atenção...

Aos jovens da Diocese de Caruaru. 
 
A Peregrinação da Cruz e do Ícone de Maria da JMJ está chegando em nossa diocese e a 

Comissão Diocesana da Peregrinação, está organizando uma delegação para acompanhar a 

Cruz e o Ícone dos dias 19 a 21 de janeiro de 2012. Valor: 50,00.

VOCÊ DESEJA PARTICIPAR DESSA DELEGAÇÃO, DESSE ANIMADO GRUPO?
 
SERÃO ESCOLHIDOS 2 JOVENS POR PARÓQUIA, ÁREA PASTORAL OU NOVA COMUNIDADE.

Qualquer informação entre em contato conosco: augustofagne@hotmail.com ou 

botefecaruaru@hotmail.com. 

Não fique fora dessa. 
 
BOTE FÉ...

sábado, 24 de dezembro de 2011

FELIZ NATAL GALERA... BOTE FÉ!


Quero deixar aqui minha mensagem de Natal a todos os nossos queridos jovens da nossa Diocese que estão se preparando para o BOTE FÉ!

  Que o menino Deus  abençoe vocês cada vez mais  conserve vocês sempre assim: Mansos e Humildes de coração. Abraço!
FELIZ NATAL

Pra você, Amigo,
Que fez do sol seu guia,
De cada manhã um lindo dia
De cada noite uma canção!

FELIZ NATAL
Pra você, que fez da Estrela D`alva
Seu caminho:
Deu comida aos passarinhos
E repartiu com o homem seu pão!

FELIZ NATAL
Pra você, que tive um gesto amigo:
Um papo, um alento e deu abrigo
E estendeu suas mãos!

FELIZ NATAL
Pra você, que fez da dor a esperança;
Que fez sorrir uma criança
E que amou de coração!

FELIZ NATAL
Pra você, que viveu a pobreza a fundo
Nas manjedouras do mundo
E não deixou o tempo ir em vão!

FELIZ NATAL
Pra vocês, que é amigo.

FELIZ NATAL
Pra você, Amigo que agente sente!
Pra você, Amigo que é Gente!

FELIZ NATAL DO SENHOR A TODOS!!!!

Abraço Fraterno,
Vinícius Caíque - Altinho.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Próxima parada: Brasil - 2013


Pedidos de Camisas e Programação das Cidades

Olá, boa tarde a todos.

Que a paz de Deus permaneça sempre em nossos corações.

Venho através deste, solicitar aos Coordenadores/Membros dos grupos Jovens,
para que verifiquem a quantidade de camisas do bote fé que irão precisar e entrem
em contato comigo para realizarem os pedidos.

Podem mandar por email (euggennyah@hotmail.com) especifiquem o tamanho e quantidades...
Lembro que estamos com um número limitado de camisas.


Quero pedir também aos coordenadores das cidades ( Chã-Grande,Gravatá, Bezerros, Bonito,
 Agrestina, Santa Cruz do Capibaribe e São Caetano)  onde a Cruz e O Ícone da JMJ irão
passar ,para  entrarem em contato, enviando para nós a programação de sua cidade para atualizarmos
o blog.


Certa de estarmos unidos por uma só força, um só pensamento e um só coração, renovo meus votos de estima
e desejo a todos um Feliz Natal!


Maria Eugênia Matias.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

História da Jornada Mundial da Juventude


“Esta es la Juventud del Papa”

Jovens do mundo inteiro experimentaram um único e indescritível encontro internacional: A Jornada Mundial da Juventude em Madrid na Espanha. Ainda ressoa o grito dos mais de dois milhões de jovens nas ruas, praças, metrôs, em todo lugar: “Esta es la Juventud del Papa”.
O que é ser Juventude do Papa?

Nesses dias, Madrid foi cenário do encontro de jovens com Cristo Jesus na pessoa do Santo Padre o Papa Bento XVI. Dizer-se Juventude do Papa é afirmar a fé na Pessoa de Jesus Cristo que nos convoca a ser Igreja. Como foi grande a vibração da juventude. São inesquecíveis as imagens e vozes que falavam da espontaneidade de homens e mulheres que mostram com a vida que sonham com um mundo novo, a civilização do amor, firmados na fé.
Para mim o momento culminante dessa JMJ foi a Vigília com o Santo Padre. Não pude conter as lágrimas. Diante de um dia inteiro de calor de 46°, todos foram surpreendidos com uma forte tempestade no momento da chegada do Papa no Aeródromo de Quatro Ventos, que fez-nos sentir a fraqueza humana diante da natureza. Recordemos o texto do evangelho da tempestade que surpreende os discípulos na barca.
É nesse momento de ventos e forte chuva que impedido de falar, o Papa passa para o que é o essencial na Vigília, a adoração a Jesus Eucarístico. Aqui se fez a calmaria, fora e dentro de cada jovem, se fazendo um silêncio impressionante. A Juventude do Papa é a dos adoradores de Cristo. A oração é a alma de uma juventude essencialmente Cristã.
Neste momento de silêncio impressionante na Adoração, o Papa faz a consagração dos jovens do mundo inteiro ao Coração de Jesus: “(...) com ardente oração, eu os consagro ao vosso Coração, para que, enraizados e edificados em Vós, sejam sempre vossos, na vida e na morte. Que jamais se separem de Vós (…)”. Foi o momento que marcou esta JMJ e que fez dos jovens do mundo uma juventude do Papa, portanto de Cristo.
Vejo que os jovens ficaram impressionados com o Papa Bento XVI e estão abertos à vivência de um novo itinerário em suas vidas. Sejamos como o Papa, todo de Cristo.
Pe. Márcio José Costa Teixeira

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

“É preciso tocar na Cruz, para deixar-se tocar por ela”. Bento XVI

Boa Tarde à todos; Mais uma vez estamos aqui para informá-los sobre o que acontece em nossa Diocese enquanto preparação para a Peregrimação da Cruz e do Ícone de Nossa Senhora da JMJ. Algums Jovens já receberam este email, mas como não temos o email de todos resolvemos divulgá-lo por aqui.


    "Amados jovens, estamos nos últimos preparativos para Peregrinação da Cruz e do Ícone de Nossa Senhora da Jornada Mundial da Juventude.Um tempo de muita graça para a Igreja do Brasil, em especial aos adolescentes e jovens brasileiros. Tempo de reflexão, formação e adesão ao Cristo, pois pela cruz veio nossa remição, a vida em plenitude.

     Momento para renovar nossa fé e a alegria de sermos jovens cristãos, pessoas que guardam valores e princípios pautados pelos ensinamentos de Jesus. Pertencentes à família de Maria, José, Jesus e os apóstolos e por termos a Igreja Católica como Mãe e Mestra. Comunidade onde vivemos intensamente e autenticamente nossa adesão ao Evangelho no amor aos irmãos e irmãs.

Caros jovens, queremos que vocês decidam em comunhão com os grupos, movimentos, pastorais, comunidades e com os padres algumas coisas:

1. Quantidade de camisas e os tamanhos.
(Entrar em contato com Maria Eugênia-facebook)

2. Escolher 2 jovens para representar a Paróquia ou Área Pastoral na Peregrinação da Cruz e do Ícone.
(O coordenador (a) pode ser um desses jovens)

3. Mandar as informações dos 2 jovens até o dia 26/12: Nome completo; RG; Número para contato; Tamanho da camisa.
(Com relação ao valor das despesas dos jovens, ainda estamos em avaliação, pois, provavelmente iremos conseguir os ônibus).


4. Foram entregues aos padres alguns cartazes e panfletos, estes devem ter por finalidade a divulgação nas comunidades rurais, paróquias e grupos de jovens em geral.

5. AOS JOVENS DAS CIDADES: CHÃ GRANDE, GRAVATÁ, BEZERROS, BONITO, AGRESTINA, SANTA CRUZ E SÃO CAETANO, ESTAMOS AGUARDANDO UM E-MAIL COM A PROGRAMAÇÃO DA PEREGRINAÇÃO.
(Enviar ainda este mês).  

Queremos pedir ao Mestre Jesus, que continue a direcionar e abençoar nossos trabalhos e a sempre Virgem Maria que interceda por todos nós.

Contamos com a colaboração afetiva e efetiva de todos vocês.
BOTE FÉ...

Tenham todos um feliz e abençoado Natal. Que o Menino Deus possa nascer em nossos corações. "

Comissão da Peregrinação da Cruz e do Ícone de Nossa Senhora da JMJ.
Setor Juventude da Diocese de Caruaru.


Vídeo Clipe da Canção: No peito eu levo uma Cruz.


A Jornada Mundial da Juventude na vida dos Jovens - Texto enviado por Marcela Anjos

"Posso dizer que a JMJ para mim, foi sinônimo de Renovação... Algo mágico, que de fato é quase que palpável a presença de Jesus Cristo no meio de tantos jovens. Deus se faz presente, e opera milagres na vida daqueles que ali entregam seu coração. O que leva os jovens a sair de suas casas, seus países para esta evento, é Jesus Cristo. Aos poucos nos é possível perceber, o quanto somos importantes para Deus. Para mim, o ponto ápice da Jornada foi a Vigília. Foram momentos intensos, que me fizeram crescer muito como pessoa, como cristã."

Marcela foi umas das Representantes da Diocese de Caruaru na JMJ 2011
Ela é secretária do Setor Juventude e está conosco no Projeto Bote Fé na Diocese.

CD do Bote Fé



      Para acompanhar a peregrinação da cruz e do ícone de Nossa Senhora pelas dioceses brasileiras em preparação para a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) de 2013, no Rio de Janeiro, a Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude (CEPJ), da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em parceria com gravadoras católicas, está lançando o primeiro dos três CDs especiais da JMJ 2013.Intitulado “No peito eu levo uma cruz”, este primeiro álbum é uma coletânea que reúne 13 canções já consagradas entre os católicos sobre o tema da cruz e de Nossa Senhora. Entre essas músicas, a regravação da canção “Nova geração”, do padre Zezinho, cujo refrão dá nome ao CD. Há também uma faiza interativa com fotos, partituras, e o videoclipe da música tema.
      Esta canção começa com a voz do compositor, em sua primeira gravação, na década de 70. Em seguida, a música continua nas vozes de cantores dos mais diferentes estilos musicais de várias partes do país, concluindo novamente com a voz do autor, quase 40 anos depois, cantando a frase: “Eu creio na força do jovem que segue o caminho o caminho do Cristo Jesus”. Em seguida, refrão é cantado por todos os músicos no ritmo do samba característico da sede da próxima JMJ.
A gravação dessa canção aconteceu no histórico encontro entre músicos católicos na sede da gravadora Paulinas-Comep, em São Paulo, em 21 de junho. Nesta ocasião, mais de 80 músicos de expressão nacional partilharam experiências na missão de evangelizar pela música e também participaram de um momento de formação.

      A peregrinação da cruz e do ícone de Nossa Senhora começa no dia 18 de setembro, no grande evento de evangelização “Bote Fé”, realizado próximo ao Campo de Marte, em São Paulo.
     Padre Zezinho, compositor da música tema do CD, afirmou que a gravação e o encontro dos artistas foram a realização de um sonho. “Seria lindo se tivéssemos todos os anos um encontro como este entre os cantores da fé”. Ele ressaltou a importância dos músicos católicos na missão da Igreja, uma vez que eles podem chegar, por meio de suas canções, aonde os pregadores e catequistas muitas vezes não chegam.
Para o cantor e compositor Walmir Alencar, do Ministério Adoração e Vida, o encontro dos músicos foi um momento de muita emoção. “Quando eu ouvi o timbre de todos os cantores cantando juntos eu fiquei arrepiado. Eu cheguei a relatar ao padre Joãozinho que talvez esta seja a única vez que conseguimos tirar um timbre assim. A graça que Deus derramou sobre nós nesse dia foi única”.
“Foi um presente de Deus para mim. Fiquei muito feliz de ver a música católica dando estes frutos maravilhosos. Acho que não foi um sonho só do padre Zezinho, mas de muitos de nós”, relatou a cantora Olívia Ferreira, do projeto Louvor Acústico.
O cantor mineiro Eros Biondini também se emocionou com o encontro. “Acredito que dentro da proposta de nova evangelização já apresentada pelo Papa João Paulo II, a música se encaixa como uma luva. A música católica que nós cantamos é a trilha sonora da nova geração, dessa história de salvação, de manifestação da fé de um povo que realmente abriu seu coração para Cristo”, disse.
Também nesse CD há canções interpretadas por nomes como Ziza Fernandes, Zé Vicente, padre Fábio de Melo, entre outros.
      O CD “No peito eu levo uma Cruz” está à venda em todas as Livrarias Paulinas do país ou pela livraria virtual.

BOTE FÉ!

Camisa Oficial do Bote Fé Caruaru


     Olá juventude da Diocese de Caruaru, esta é a camisa oficial para PEREGRINAÇÃO DA CRUZ E DO ÍCONE DE NOSSA SENHORA DA JMJ.

    Toda juventude é convidada a vestir a camisa e vivenciar essa bela experiência de fé e comunhão, que Deus está proporcionando a Igreja do Brasil. Nossa missão é a evangelização da juventude. Queremos levar Cristo aos corações dos jovens e ajudá-los no compromisso em favor do Reino, na promoção da vida plena.

    Pedimos a todos os responsáveis paroquiais da juventude, que entrem em contato conosco para fazerem seus pedidos. Temos camisas de todos os tamanhos. O número é limitado.

   Deus continue abençoando nossa missão.
BOTE FÉ...

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

BOTE FÉ na Jornada Mundial da Juventude Rio 2013!


PROGRAMAÇÃO DA PEREGRINAÇÃO EM NOSSA DIOCESE

Vamos ajudar a divulgar o Bote fé Caruaru, juntos vamos ajudar a evangelizar os jovens de nossa Diocese! Contamos com o apoio de todos...



BOTE FÉ...

CARTAZ

        A Diocese de Caruaru está nos preparativos para Peregrinação da Cruz e do Ícone de Nossa Senhora da JMJ.
       O cartaz e o panfleto já foram lançados com a programação. Vamos divulgar esse material, pois, queremos que muitos jovens possam vivenciar esse tempo de graça para todos os brasileiros.

BOTE FÉ...

O que é o BOTE FÉ ?


O “Bote Fé” é um conjunto de ações que congrega a Igreja, o Poder Público e a sociedade civil em torno da visita da Cruz Peregrina e do Ícone de Nossa Senhora, símbolos oficiais da Jornada Mundial da Juventude, para celebrar a mensagem própria que estes carregam e proporcionar situações propícias para o desenvolvimento da evangelização e do bem comum da juventude em cada realidade.
O projeto “Bote Fé”, é aberto à criatividade e às condições de cada Diocese, possui três grandes eixos: a celebração, a formação e a ação social. Neste projeto, que tem fundamentação religiosa cristã católica, buscamos incentivar a produção de conhecimento e a valorização da cultura, buscando responder concretamente aos anseios da sociedade por vida e felicidade. Neste sentido, no diálogo entre fé e razão, unimos toda a vivência do projeto.

A Peregrinação da Cruz e do Ícone na Diocese de Caruaru acontecerá no período de 19 a 21 de janeiro de 2012. Esses símbolos irão percorrer por várias cidades da Diocese, tais como, Chã Grande, Gravatá, Bezerros, Bonito, Agrestina, Santa Cruz do Capibaribe, São Caetano e terá como marco o evento intitulado “Bote Fé Caruaru”, que se realizará no Marco Zero no dia 20 de janeiro. O “Bote Fé Caruaru” terá como público alvo adolescentes e jovens. 

Até amanã, onde conversaremos mais sobre o BOTE FÉ Caruaru!